1The Legend of Zelda: Oracle of Seasons
Puzzle, Fantasy, plane shifting, walking through walls, disorientation zone
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogoParecido com um jogo que você amou
Abaixo estão as opções mais próximas, cada uma com o que tem em comum com The Legend of Zelda: A Link to the Past, no que difere e quem deve pular.
Desmarque o que você não precisa desta vez.
1Puzzle, Fantasy, plane shifting, walking through walls, disorientation zone
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
2Puzzle, Fantasy, played for charity, plane shifting, living inventory
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
3Puzzle, Fantasy, plane shifting, buddy system, disorientation zone
Mas: Cooperativo
Página do jogo
4Fantasy, buddy system, nintendo power, battery save, player's choice
Mas: Cooperativo
Página do jogo
5Puzzle, Fantasy, block puzzle, nintendo switch online, nintendo 3ds virtual console
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
6nintendo power, battery save, player's choice, liberation, multi-phase boss
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
7Puzzle, Fantasy, multi-phase boss, multiple enemy boss fights, portals
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
8battery save, Fantasy, player's choice, nintendo gateway system, princess
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
9played for charity, disorientation zone, Adventure, liberation, falling object
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
10Puzzle, Fantasy, Bird view / Isometric, Single player
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogoUm olhar mais atento às opções mais fortes, com o que cada jogo tem em comum com The Legend of Zelda: A Link to the Past, no que difere e quem deve pular.
1Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Outro Zelda portátil, este usa a mesma visão de cima e a fórmula de masmorras e itens, com um toque especial na forma de um bastão que muda as estações. Passar do verão para o inverno remodela a terra, criando puzzles em que você abre caminhos mudando a própria paisagem. As masmorras são inventivas, os itens são satisfatórios de usar e as lutas contra bosses são bem projetadas. Se você gostou de encontrar a ferramenta certa para destravar a área seguinte em A Link to the Past, este oferece uma versão compacta e difícil, com identidade clara. Fica no extremo mais afiado da dificuldade da série, o que agrada a aventureiros experientes. Conectá-lo ao jogo companheiro também desbloqueia conteúdo bônus, o que dá uma sensação incomum de uma história maior.
Mas:
O mundo é menor e a narrativa é mais leve, e a apresentação portátil significa telas mais apertadas e sprites menores. O sistema de anéis e o conteúdo paralelo de troca de itens são charmosos, mas podem parecer trabalhosos. Segue a fórmula mais antiga de perto, então oferece menos surpresas do que um design totalmente novo, e termina de forma meio abrupta se você pular os extras do jogo conectado. O progresso pode parecer linear às vezes, com certas áreas fechadas até você ter a estação certa.
Pule se
você quer uma história grandiosa e um grande mundo aberto.
2Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Este Zelda em visão de cima segue a mesma tradição, com um herói vestido de verde, um punhado de masmorras, uma coleção crescente de ferramentas e um mundo que se abre conforme você as conquista. O diferencial é encolher até o tamanho de um camundongo, o que permite entrar em minúsculos mundos escondidos e alcançar lugares antes inacessíveis. As masmorras são organizadas e inteligentes, as lutas contra bosses são construídas em torno do item que você acabou de encontrar, e a pixel art é viva e expressiva. Oferece o mesmo ciclo confiável de exploração e resolução de puzzles, com um charme fácil que o torna uma boa sequência para quem amou a estrutura clássica. O sistema de fusão de Kinstones acrescenta uma camada discreta de coleta que muda aos poucos o mundo ao seu redor.
Mas:
É uma aventura mais gentil e mais fácil, com um tom mais leve e caprichoso e um mundo mais modesto. A história é fofa, e não épica, e não tem a estrutura de dois mundos nem os momentos sombrios do jogo mais antigo. Alguns jogadores acham que falta dificuldade, e a coleta de Kinstones pode parecer trabalho repetitivo depois de um tempo. Se você quer um Zelda mais difícil e atmosférico, pode achá-lo meio doce e direto demais.
Pule se
você quer uma aventura mais difícil e misteriosa.
3Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Outro favorito dos 16 bits, este jogo de plataforma lateral tem uma trilha sonora famosa e visuais pré-renderizados ricos. Oferece uma mistura de fases desafiadoras, salas bônus escondidas e segredos para encontrar, então há uma vontade de colecionador parecida com a de caçar pedaços de coração. As fases são inventivas, com cordas, barris e animais companheiros mantendo a ação fresca. Se você gostou da sensação de um clássico polido da mesma época, este compartilha o cuidado e a arte, mudando o gênero para plataforma pura, com muitos segredos a descobrir e uma satisfatória sensação de domínio. A trilha sonora é uma das mais celebradas da sua era e dá às fases uma forte atmosfera. Os visuais pré-renderizados deram a ele um visual distinto que ainda se sustenta, e as fases variam bem o ritmo.
Mas:
É um jogo de plataforma linear, sem mundo aberto para explorar nem itens para desbloquear, e seu desafio se baseia em pulos precisos. O tom é mais leve e caricato, com pouca história a mencionar. Não tem combate de espada nem masmorras de puzzles, e algumas fases são bem difíceis, principalmente se você caça todos os segredos. Não oferece exploração livre, então combina com quem gosta mais de dominar fases do que de vagar.
Pule se
você quer uma aventura com história em vez de um jogo de plataforma preciso.
4Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Super Metroid é uma aventura 2D de exploração e fortalecimento gradual, em que você encontra novas habilidades que abrem partes antes inacessíveis de um grande mapa interconectado. O ciclo de descobrir um item, lembrar de um caminho bloqueado e voltar atrás é o mesmo que torna o Zelda mais antigo tão satisfatório. A atmosfera é solitária e tensa, ambientada num planeta alienígena, com uma trilha assombrosa e segredos escondidos com cuidado. Para quem amou a forma como A Link to the Past sobrepôs um mapa a um progresso por etapas, este é um exemplo clássico da ideia levada para uma direção mais isolada e voltada à ação. O mapa, os power-ups e as passagens escondidas estão todos interligados de um jeito que faz voltar atrás parecer gratificante, e não cansativo.
Mas:
É um shooter e jogo de plataforma, e não uma aventura de puzzles e masmorras, com combate baseado em reflexos e uma narrativa bem mais esparsa. O clima é frio e solitário, e não colorido e heroico. A navegação pode ser confusa sem um guia, e não há vilas amigáveis nem personagens para conversar pelo caminho. Se você prefere um herói com um elenco simpático e cenários ensolarados, seu cenário sombrio pode não combinar com seu humor.
Pule se
você quer personagens calorosos, cidades e masmorras de puzzles.
5Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Um dos jogos de 16 bits mais queridos, Super Mario World se baseia em correr e pular por um mapa de fases temáticas. Saídas secretas abrem rotas escondidas, e um simpático dinossauro companheiro acrescenta outra camada de jogo. Captura a mesma sensação de descoberta brincalhona do Zelda mais antigo, com um level design que recompensa a experimentação e esconde surpresas em cantos improváveis. Os controles são precisos e a música é memorável, e continua sendo um bom exemplo de como uma ideia simples pode ganhar profundidade e charme ao longo de muitas horas de rejogabilidade. As saídas escondidas e as star roads fazem de rejogar fases para descobrir tudo um passatempo gratificante. Suas fases são pequenas, mas densas, e cada uma tenta algo diferente, então o tédio raramente aparece.
Mas:
É um jogo de plataforma, e não uma aventura com itens e puzzles, então não há combate, inventário nem história a mencionar. É muito acessível, mas speedrunners e completistas podem encontrar muito desafio. A estrutura é fase por fase, e não um mundo conectado, o que muda a sensação de exploração. É fácil de pegar, mas não oferece equivalente a itens, masmorras ou um mundo aberto cheio de segredos.
Pule se
você quer puzzles, masmorras e um mapa contínuo.
6Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Mario e uma série de parceiros viajam por capítulos de livro de histórias em busca de itens mágicos neste RPG por turnos. Explorar áreas coloridas e resolver pequenos puzzles com a habilidade especial de cada parceiro dá a ele uma agradável sensação de aventura. As batalhas são simples, mas incluem apertos de botão cronometrados que recompensam a atenção, e a escrita é espirituosa e charmosa. Quem gostou da mistura de exploração, puzzles leves e capítulos claros de A Link to the Past vai encontrar uma sensação parecida de progresso, embora num tom mais cômico, com menus e níveis, e com um visual de papel que envelheceu bem. Os personagens planos, recortados, e os cenários criativos criam uma atmosfera divertida e artesanal, fácil de amar.
Mas:
O combate é por turnos e focado em números, então é um tipo diferente de jogo em relação à ação em tempo real de Zelda. O jogo é mais fácil, mais engraçado e menos perigoso, com uma história construída em torno de piadas e capítulos com truques. A exploração é mais linear, e o ritmo pode parecer lento nos trechos finais. Jogadores que precisam de um desafio de verdade podem achar as lutas e os puzzles gentis demais.
Pule se
você quer combate de espada em tempo real e masmorras com sensação de perigo.
7Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Final Fantasy IV é uma épica de fantasia em 16 bits, com uma história dramática sobre um cavaleiro caído, um reino em crise e uma busca por cristais. Suas batalhas em grupo usam um sistema baseado em tempo, e a aventura leva você por cidades, masmorras e montanhas, com novos personagens se juntando pelo caminho. Foi um jogo influente na narrativa do sistema, com grandes reviravoltas e música memorável. Quem amou o alcance emocional do Zelda mais antigo e seu fluxo constante de locais vai encontrar uma sensação comparável de grande aventura, contada de um jeito bem diferente. O elenco de personagens, cada um com seu papel na batalha, ajuda a história a parecer pessoal e as lutas, estratégicas.
Mas:
É um JRPG por turnos em que você escolhe comandos de um menu, e a exploração é simples e quase toda linear. Não há ação em tempo real nem design de puzzles, e as batalhas aleatórias tomam muito tempo. A dificuldade vem do planejamento, e não dos reflexos, e alguns bosses podem ser duros se você chegar despreparado. Se você odeia batalhas aleatórias e navegação por menus, ele vai testar sua paciência.
Pule se
você quer controlar o herói diretamente, em vez de escolher comandos em menus.
8Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Esta aventura de RPG clássica traz dois mundos paralelos, um grande elenco de membros do grupo e uma jornada longa e sinuosa. Alternar entre um mundo real e uma contraparte onírica para descobrir segredos ecoa a forma como A Link to the Past usava seus dois reinos, e é um prazer viajar por terras, resolver pequenos mistérios e crescer aos poucos. O combate por turnos inclui um sistema de jobs com muita personalização, então há profundidade de longo prazo. Combina com quem quer uma aventura de fantasia clássica e tranquila, com forte senso de exploração e um jeito charmoso de livro de histórias. Trocar de classe permite experimentar builds de grupo bem diferentes, dando uma camada estratégica discreta à exploração.
Mas:
É muito antiquado no design, com batalhas aleatórias, grinding e combate por menus. O ritmo é lento e a história é suave, com menos cenas de impacto. Falta a resolução de puzzles em tempo real de Zelda, e o principal atrativo é o sistema de jobs e o próprio mundo, e não qualquer ação momento a momento. É longo e tranquilo, o que pode ser uma barreira se você quer resultados rápidos.
Pule se
você não gosta de encontros aleatórios e quer um ritmo mais rápido.
9Como The Legend of Zelda: A Link to the Past:
Inspirado no folclore mexicano, este vibrante jogo de plataforma coloca você no papel de um luchador explorando um mapa com portas trancadas que se abrem conforme você ganha novos movimentos. O combate é estilo brawler, com arremessos e combos, e a plataforma exige timing preciso. A estrutura de explorar, adquirir habilidades e voltar atrás lembra as aventuras de ação mais antigas, e o humor e as cores dão a ele uma personalidade distinta. Sua mecânica de dois mundos, alternando entre os reinos dos vivos e dos mortos, cria puzzles engenhosos que espelham os mundos duplos do clássico Zelda, tornando-o um primo moderno e animado. O estilo de arte e a música acrescentam muita personalidade, e as piadas mantêm o clima leve mesmo quando a plataforma fica complicada.
Mas:
Está mais próximo de um jogo de plataforma rápido do que de uma aventura guiada por missões, com ênfase em reflexos e combos. As piadas e memes são abundantes, e falta o grande mundo aberto ou o design de puzzles de masmorra. A dificuldade pode disparar nas fases finais, com plataforma exigente que pede muita precisão. Ele se apoia mais em combos precisos do que em puzzles baseados em itens, então funciona de forma diferente de Zelda.
Pule se
você quer uma aventura calma, focada em puzzles, em vez de plataforma apertada e briga.
O modo em grupo confere plataformas, assinaturas e orçamento de todo mundo de uma vez.
O que vamos jogar?