1The Awesome Adventures of Captain Spirit
Free to Play, Drama, free-to-play, Adventure, Short
Mas: Mais difícil
Página do jogoParecido com um jogo que você amou
Abaixo estão as opções mais próximas, cada uma com o que tem em comum com The Plan, no que difere e quem deve pular.
Desmarque o que você não precisa desta vez.
1Free to Play, Drama, free-to-play, Adventure, Short
Mas: Mais difícil
Página do jogo
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3Free to Play, Short, Indie, Casual, Atmospheric
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
4Free to Play, Short, Indie, Experimental, Casual
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
5Free to Play, Indie, Casual, Relaxing, Beautiful
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
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7Free to Play, Short, Indie, Casual, Atmospheric
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
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10Um olhar mais atento às opções mais fortes, com o que cada jogo tem em comum com The Plan, no que difere e quem deve pular.
1Como The Plan:
The Awesome Adventures of Captain Spirit é um jogo curto e gratuito, no estilo de prelúdio, da equipe de Life is Strange. Você controla um garotinho que se imagina como super-herói, e o jogo permite explorar a casa e o quintal dele, interagir com objetos e fazer pequenas escolhas. É uma experiência compacta que dá para terminar em uma tarde, construída mais em torno de clima e personagem do que de desafio. Assim como The Plan, usa a curta duração para se concentrar em um sentimento, com uma imaginação delicada que aos poucos dá lugar a algo mais sério. É uma obra ponderada e bem-feita. É um bom exemplo de como um jogo curto pode dizer muito em pouco espaço.
Mas:
É uma aventura narrativa mais convencional, com um protagonista claro, uma situação familiar e uma história ligada a uma série maior. O tom é mais emocional e doméstico, com o tipo de narrativa que depende de diálogos e pequenas interações. Tem dublagem e apresentação polida, o que dá uma sensação bem diferente de uma peça de arte minimalista.
Pule se
você quer uma obra abstrata e experimental, e não um drama familiar.
2Como The Plan:
Dr. Langeskov, The Tiger, and The Terribly Cursed Emerald: A Whirlwind Heist é uma experiência curta e espirituosa em que você é colocado nos bastidores de uma peça de teatro, guiado por um narrador. Ele brinca com o que é um jogo, virando de cabeça para baixo a ideia de história interativa, e é melhor aproveitado sem saber demais. Assim como The Plan, é uma obra compacta e autocontida, que você termina em menos de uma hora e que trata o jogador tanto como plateia quanto como participante. O texto é muito engraçado e a performance da narração é excelente. É gratuito de experimentar em espírito e curto em duração, o que o torna uma recomendação fácil.
Mas:
É cômico e falante, movido por um narrador que nunca para de falar, o que é bem diferente de uma obra silenciosa e atmosférica. A interação é limitada e a piada depende de uma surpresa, então rejogar tem menos valor. O estilo é meta e teatral, com muito humor que quebra a quarta parede. Se você gosta de experiências baseadas em clima e silêncio, ele vai parecer muito tagarela.
Pule se
você quer uma experiência silenciosa e sem palavras, sem narração nem piadas.
3Como The Plan:
Viridi é um jogo pequeno e tranquilo sobre cultivar suculentas em um vaso. Você rega as plantas, vê elas crescerem em tempo real e decora o vaso, e o jogo continua mesmo quando você não está olhando. É uma experiência de baixíssimo risco que pede muito pouco de você e oferece um clima calmo e meditativo. Assim como The Plan, é um jogo minimalista e fora do comum que funciona mais como experiência do que como desafio. O estilo visual é simples e charmoso, e a ideia é fácil de entender. Pode ser aproveitado em visitas rápidas e é estranhamente relaxante. É uma boa escolha para quem quer um jogo pequeno e calmo que não exige nada.
Mas:
É mais um brinquedo do que uma história, sem narrativa nem final no sentido usual. A interação é regar repetidamente e esperar, então algumas pessoas vão achar lento demais. Ele se desenrola ao longo de um período extenso, em vez de ser uma sessão única. Não tenta transmitir uma mensagem, então tem mais a ver com relaxamento do que com reflexão.
Pule se
você quer uma história ou um final claro.
4Como The Plan:
Devolverland Expo é um jogo curto e brincalhão que transforma uma feira de games falsa em um espaço jogável. Você passa por estandes e bancas, joga minijogos minúsculos e encontra os mascotes excêntricos da publisher e suas piadas internas. Foi feito para jogar rápido, e cada canto tem algo bobo para encontrar. Assim como The Plan, é um jogo compacto que se importa mais com uma ideia forte e personalidade do que com profundidade. O humor é alto e autoconsciente, e é fácil de curtir em uma única sessão. É uma escolha leve para quem gosta de jogos que não se levam a sério. É uma forma rápida e boba de passar uma hora e fácil de recomendar aos amigos.
Mas:
É uma comédia e uma peça de marketing, com muitas referências aos próprios jogos da publisher. O tom é atrevido e irreverente, o que é bem diferente de uma experiência silenciosa e minimalista. Muitas das piadas dependem de conhecer o catálogo, então pode ser menos recompensador para quem está chegando agora. Há mais bagunça e barulho, e menos atmosfera.
Pule se
você quer uma experiência calma e contemplativa e não uma paródia barulhenta.
5Como The Plan:
Assemble with Care é um jogo de quebra-cabeça calmo em que você conserta objetos quebrados para os moradores de uma cidade pequena. Você desmonta com cuidado antiguidades e aparelhos, limpa, conserta as peças e remonta tudo, conhecendo os donos ao longo do caminho. É uma experiência suave e tátil, com muita atenção aos pequenos detalhes, e pode ser terminada em poucas horas. Assim como The Plan, é um jogo compacto que se importa mais com clima e artesanato do que com desafio. O estilo de arte é caloroso e a música é suave, criando uma atmosfera aconchegante que combina com o tema de cuidado e conserto. É um jogo agradável e tranquilo que dá para terminar em uma ou duas noites.
Mas:
Tem um ciclo de jogabilidade claro e um conjunto definido de quebra-cabeças, com itens para consertar em cada capítulo. Há uma narrativa com personagens e um objetivo para o protagonista, então é mais estruturado. O tom é suave e sentimental, e o ritmo é cadenciado e relaxado. É menos estranho ou abstrato do que um jogo experimental muito curto.
Pule se
você quer uma experiência abstrata e não um jogo de quebra-cabeça aconchegante de conserto.
6Como The Plan:
We Become What We Behold é um joguinho minúsculo, no estilo de navegador, sobre como a mídia molda a forma como as pessoas pensam. Você é um fotógrafo em uma cidade pequena, enquadrando e publicando fotos, e a forma como você escolhe representar os acontecimentos muda o comportamento da multidão. Leva apenas alguns minutos, e o ponto é a mensagem, não a mecânica. Assim como The Plan, é curto e movido por uma ideia, usando uma interação muito simples para dizer algo incisivo. Os visuais em estilo de desenho animado são simples, e o final fica na memória. É uma boa escolha para quem se interessa por jogos como declarações curtas. É fácil de compartilhar e rápido de experimentar, e deixa uma impressão que dura muito mais do que o tempo de jogo.
Mas:
É muito mais curto e abertamente político, com uma mensagem clara sobre mídia e indignação. Há pouco para explorar e nenhum quebra-cabeça ou desafio de verdade, então dá para terminar em minutos. O estilo é mais caricato e direto, com menos ambiguidade do que uma obra de arte atmosférica. É um comentário afiado, não uma peça de clima. Não deixa muito espaço para interpretação.
Pule se
você quer algo mais sutil e atmosférico do que um comentário direto sobre a mídia.
7Como The Plan:
Florence é uma história interativa curta sobre o primeiro relacionamento sério de uma jovem, contada por meio de quebra-cabeças simples ao toque e minijogos. Foi feito para ser terminado de uma só vez, e cada cena é um momento pequeno e cuidadosamente moldado que contribui para o arco emocional. Assim como The Plan, valoriza a brevidade e a apresentação, usando pouco texto, música suave e ilustrações expressivas para fazer você sentir algo sem longas explicações. As interações não são difíceis, mas carregam significado: montar uma conversa com balões de fala, por exemplo, reflete o quanto os primeiros encontros podem ser desajeitados. É uma ótima escolha para quem gosta de experiências pequenas e bem-acabadas que deixam uma impressão duradoura.
Mas:
É mais caloroso e humano, com uma história clara e realista sobre amor, ambição e perda. A arte é desenhada à mão e colorida, e o tom é mais sentimental do que experimental. Também é uma narrativa mais tradicional, com começo, meio e fim que seguem um formato familiar. Se você se atraiu pela estranheza de um jogo de arte curto, Florence pode parecer mais convencional.
Pule se
você quer algo abstrato e estranho, e não um romance direto.
8Como The Plan:
Last Day of June é uma aventura curta e emocionante sobre um homem que tenta mudar os eventos de um dia trágico. Você controla vários personagens em uma pequena vila, com as ações de cada um ligadas às do próximo, e resolve quebra-cabeças simples para alterar o que acontece. O estilo de arte lembra pintura e a história é contada sem palavras faladas, apoiando-se em gestos, música e imagens. Assim como The Plan, é uma experiência compacta que busca emocionar em poucas horas. Tem um senso claro de design e um final agridoce que fica com você. É uma boa escolha para uma noite tranquila em que você quer algo curto e sincero.
Mas:
É um jogo narrativo mais estruturado, com mecânicas de quebra-cabeça de verdade e um enredo claro. O clima é triste e sentimental, e o ritmo é mais guiado do que livre. Há um pouco de tentativa e erro nas partes de quebra-cabeça, e os controles podem ser trabalhosos. É mais um conto do que um experimento abstrato. É um jogo emocionalmente mais pesado, com um arco narrativo maior.
Pule se
você quer algo leve e não uma tragédia comovente.
O modo em grupo confere plataformas, assinaturas e orçamento de todo mundo de uma vez.
O que vamos jogar?