1Realm of Ink
≈ R$ 106Martial Arts, Action Roguelike, Roguelite, Hack and Slash, Roguelike
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogoParecido com um jogo que você amou
Abaixo estão as opções mais próximas, cada uma com o que tem em comum com Bloody Spell, no que difere e quem deve pular.
Desmarque o que você não precisa desta vez.
1Martial Arts, Action Roguelike, Roguelite, Hack and Slash, Roguelike
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
2Action Roguelike, Roguelite, Roguelike, Hack and Slash, Action RPG
Mas: Mais difícil
Página do jogo
3Action Roguelike, Hack and Slash, Action RPG, Roguelike, Roguelite
Mas: Mais difícil
Página do jogo
4Martial Arts, Sexual Content, Action RPG, Hack and slash/Beat 'em up, Violent
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
5Action Roguelike, Roguelite, Action RPG, Roguelike, Hack and Slash
Mas: Mais difícil
Página do jogo
6Action Roguelike, Roguelike, Roguelite, Hack and Slash, Action RPG
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
7Action Roguelike, Roguelite, Hack and Slash, Hack and slash/Beat 'em up, Roguelike
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
8Action RPG, Hack and Slash, Hack and slash/Beat 'em up, Female Protagonist, Open world
Mas: Mais difícil
Página do jogo
9Action Roguelike, Roguelite, Roguelike, Hack and slash/Beat 'em up, Online Co-Op
Mas: uma abordagem própria.
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10Action Roguelike, Roguelite, Hack and Slash, Roguelike, Hack and slash/Beat 'em up
Mas: Mais difícil
Página do jogoUm olhar mais atento às opções mais fortes, com o que cada jogo tem em comum com Bloody Spell, no que difere e quem deve pular.
1Como Bloody Spell:
Hades II continua o modelo de roguelite de ação que a Supergiant refinou, desta vez colocando o jogador no papel de uma bruxa com magia no centro de seu kit. Só isso já o torna uma opção natural para fãs de Bloody Spell: você lança feitiços, usa um dash, alterna entre armas e enfrenta sala após sala, coletando bênçãos e melhorias que mudam sua build de formas dramáticas. O ciclo de voltar a um hub entre as partidas, gastar recursos e seguir fios da história está intacto e ampliado, com mais formas de se preparar e experimentar do que antes. O combate é fluido e recompensa o posicionamento cuidadoso. Aspectos de armas, familiares e um amplo conjunto de feitiços permitem moldar uma bruxa que joga de forma bem diferente de uma partida para outra, e o movimento fluido mantém cada luta legível.
Mas:
É uma produção muito maior e mais elaborada do que um pequeno roguelite de ação indie. Há mais sistemas para aprender, mais moedas e mais história para acompanhar, o que pode parecer avassalador no início. Por ser uma sequência, ele também pressupõe alguma familiaridade com a abordagem do primeiro jogo, e seu escopo enorme exige mais tempo até tudo fazer sentido. Ele recompensa paciência e estudo, então as primeiras horas podem parecer lição de casa antes de o combate realmente se abrir.
Pule se
você quer algo compacto e fácil de começar, sem uma camada pesada de sistemas e narrativa.
2Como Bloody Spell:
Hero Siege é um roguelite de ação com visão de cima que toma muito emprestado de jogos hack-and-slash movidos a loot. Você escolhe uma entre muitas classes, luta contra ondas de inimigos e bosses e reúne equipamentos que escalam seu personagem de formas cada vez mais ridículas. Ele vai parecer familiar a jogadores que gostam do acúmulo constante de poder de Bloody Spell, porque o atrativo é a combinação de combate rápido, drops aleatórios e a chance de continuar voltando para partidas melhores. As classes jogam de forma diferente o bastante para dar variedade, e o jogo continua adicionando formas de se superar. A variedade de classes é ampla, de lutadores corpo a corpo robustos a especialistas à distância, então sempre há outro personagem para tentar quando uma partida desanda.
Mas:
Ele se inclina para o extremo caótico e de grind de loot em pixel art do gênero, com menos ênfase em esquivas precisas e mais em acumular dano e limpar multidões. Seu tom é irreverente, cheio de piscadelas à cultura pop, e não sério. Recursos online e sistemas próximos de microtransações fazem parte do pacote, e é uma experiência mais solta e bagunçada do que um roguelite de ação cuidadosamente autoral. O número enorme de sistemas e desbloqueáveis pode parecer disperso, e o ritmo de progresso é lento.
Pule se
você quer um jogo de ação cuidadosamente elaborado e baseado em habilidade, e não um grind movido a loot e de limpar multidões.
3Como Bloody Spell:
Dreamscaper pega a estrutura de roguelite de ação sala por sala e dá a ela um sabor marcadamente pessoal. Você luta por níveis de sonho organizados proceduralmente usando uma mistura de armas corpo a corpo e à distância, com esquivas e ataques bem cronometrados formando o núcleo de cada encontro. Entre as partidas você volta a um hub no mundo desperto, onde desenvolve seu personagem e seus relacionamentos, o que alimenta diretamente o poder que você leva de volta ao próximo sonho. Quem gosta da mistura de combate rápido e melhorias permanentes de Bloody Spell vai encontrar o mesmo ciclo satisfatório aqui, com uma moldura mais calma e reflexiva em torno das lutas. Armas e itens especiais podem ser evoluídos com o tempo, então o hub nunca é só um lugar para esperar antes da próxima tentativa, e o elenco que você encontra lá dá um propósito a cada morte.
Mas:
O tom é muito mais quieto e introspectivo do que o de um jogo de ação de sangue e magia. O tempo passado no hub do mundo real, conversando com personagens e acompanhando suas histórias, é parte real da experiência, e não uma nota de rodapé. O combate é competente, mas um pouco mais leve na sensação, então jogadores que querem principalmente uma luta implacável e de alta intensidade podem achar o ritmo mais suave do que o esperado. O ritmo entre as lutas é mais lento, com mais conversa do que a maioria dos roguelites de ação pede que você aguente.
Pule se
você quer intensidade de combate constante e prefere pular a narrativa mais lenta, baseada em relacionamentos e em hub.
4Como Bloody Spell:
Children of Morta é um roguelite de ação com forte identidade em pixel art e uma família no centro. Cada partida envia um membro da família Bergson a masmorras geradas proceduralmente, onde você limpa salas de inimigos, pega melhorias temporárias e tenta ir o mais longe possível antes de cair. Personagens diferentes jogam de forma muito diferente, o que mantém o ciclo fresco ao longo de muitas tentativas, e as melhorias permanentes fazem as partidas seguintes parecerem significativas. Para um fã de Bloody Spell, o apelo está no combate rápido e legível e na sensação constante de ficar mais forte com o tempo. Também há co-op para dois jogadores se você quiser companhia na masmorra. Encontros com bosses ficam no fim de cada área e testam se você realmente aprendeu o ritmo das lutas, o que mantém clara a sensação de progresso ao longo de muitas horas.
Mas:
O jogo se apoia bastante em uma história familiar narrada que se desenrola entre as partidas e durante elas, o que lhe dá mais peso emocional do que um jogo de ação puramente arcade. Os layouts das masmorras e o ritmo são mais deliberados, e o narrador fala bastante. Ele também é mais próximo de um hack-and-slash tradicional do que de um jogo focado em feitiços, então há menos ênfase em lançar magias. A escala também é maior, então uma única partida pode levar mais tempo do que uma corrida rápida pela masmorra.
Pule se
você não gosta de uma história muito narrada interrompendo a ação ou quer um sistema de combate movido a feitiços.
5Como Bloody Spell:
Ember Knights é um roguelite de ação colorido e rápido, projetado pensando em co-op local e online. Você escolhe um cavaleiro, limpa salas de inimigos, coleta armas e melhorias passivas e enfrenta bosses no fim de cada bioma antes de voltar a um hub central para gastar seus ganhos. Ele compartilha o gosto de Bloody Spell por combate ágil e legível e partidas curtas e repetíveis que recompensam a experimentação com diferentes builds. Vários tipos de arma e habilidades especiais fazem com que duas partidas raramente pareçam idênticas, e o hub dá um fluxo constante de desbloqueios para perseguir entre as tentativas. Cada bioma termina com um boss, e os desbloqueios que você ganha pelo caminho fazem voltar ao início parecer uma pequena vitória, e não um castigo, mesmo depois de uma partida ruim.
Mas:
Visualmente e no tom, ele é mais brilhante e divertido do que um jogo sombrio de tema sangrento. Ele é construído em torno do jogo cooperativo, então pode parecer um pouco menos ajustado para jogadores solo que querem um desafio preciso e pessoal. Sua profundidade é mais modesta do que a dos pesos-pesados do gênero, o que é bom para sessões casuais, mas pode deixar veteranos querendo mais variedade. O equilíbrio pode parecer irregular ao jogar sozinho, porque o design claramente espera mais de um herói na tela.
Pule se
você joga sozinho na maior parte do tempo e quer a variedade de builds mais profunda e exigente do gênero.
6Como Bloody Spell:
Hades é o ponto de referência óbvio para qualquer roguelite de ação construído em torno de esquivas rápidas, um pequeno kit de ataques e feitiços e uma partida que você reconstrói do zero a cada vez. Jogadores de Bloody Spell vão reconhecer o ciclo de imediato: lutar por uma série de salas, pegar melhorias entre os encontros, morrer, voltar a um hub e gastar o que ganhou para começar a próxima tentativa um pouco mais forte. O combate recompensa o movimento tanto quanto o dano, e diferentes combinações de armas e habilidades mudam o rumo de uma partida. A Supergiant também envolve o ciclo em uma história que avança a cada fuga fracassada, então até uma partida ruim parece contribuir com algo para o quadro maior. As bênçãos que você escolhe entre as salas são o verdadeiro motor da experiência, já que se misturam e se acumulam em builds que podem parecer completamente diferentes de uma tentativa para outra.
Mas:
Hades é muito mais polido e carregado de narrativa do que a maioria dos jogos do gênero. Seu elenco de deuses e o fluxo constante de diálogos dão às partidas uma forte sensação de progressão que um roguelite de ação mais enxuto não tenta igualar. Ele também é um compromisso maior e mais longo, com camadas profundas de melhorias permanentes e modificadores de desafio opcionais depois que os créditos rolam pela primeira vez. Quem está começando também deve esperar um caminho visivelmente mais longo até os créditos.
Pule se
você quer apenas um roguelite de ação rápido e enxuto, sem um grande elenco e muita história para ler entre as partidas.
7Como Bloody Spell:
Curse of the Dead Gods é um roguelite construído em torno de combate corpo a corpo em uma masmorra isométrica, onde você escolhe entre salas que oferecem recompensas e riscos diferentes. Suas principais ferramentas são um punhado de armas, uma esquiva e uma defesa no estilo parry, e a emoção central vem de dominar os padrões dos inimigos e depois decidir quanto risco assumir por uma recompensa maior. Um jogador de Bloody Spell vai reconhecer a pressão de uma partida que pode acabar rápido se você for ganancioso, junto com a satisfação de construir devagar um personagem melhor por meio de desbloqueios entre as tentativas. Escolher um caminho pelas salas significa pesar recompensas mais seguras contra outras mais gananciosas, o que dá a cada partida um fluxo constante de pequenas decisões que importam.
Mas:
É consideravelmente mais punitivo e deliberado do que uma aventura de ação rápida e chamativa. Um sistema de maldição recompensa correr riscos, mas pode sair do controle rápido, e o combate pede que você seja paciente, e não agressivo. A direção de arte também é mais sombria e opressiva, inspirada em um cenário de templo de aventura pulp, então o clima é mais pesado e a curva de dificuldade mais íngreme. Seu ritmo é mais lento e cuidadoso, então avançar apressado, como você faria em um jogo de ação rápido, tende a ser punido.
Pule se
você quer uma fantasia de poder tolerante e em alta velocidade, e não um dungeon crawl tenso de risco e recompensa.
8Como Bloody Spell:
Wizard of Legend coloca o lançamento de feitiços no centro de um roguelite de ação da forma mais literal possível. Você monta um loadout de habilidades mágicas, mapeando-as em botões e encadeando-as em combos enquanto faz dash por salas de masmorra e por ataques inimigos. O ritmo de escolher uma build, testá-la contra salas e bosses cada vez mais difíceis e ajustar sua seleção de feitiços para a próxima tentativa vai parecer muito familiar para quem gosta de Bloody Spell. A expressão de habilidade importa, já que o movimento e o gerenciamento de cooldowns fazem uma diferença real em até onde uma partida vai. Itens coletáveis e relíquias acrescentam mais variedade a cada tentativa. Cooldowns e espaços de feitiço viram um quebra-cabeça por si só conforme você descobre quais habilidades se encadeiam melhor, então até uma partida fracassada ensina algo útil para a próxima.
Mas:
É mais arcade e colorido do que sombrio, com um tom mais leve e cômico. A apresentação em pixel art com visão de cima é simples e instantaneamente legível, mas a estrutura é mais tradicional e menos guiada pela história. Há modos co-op e versus, embora o principal atrativo continue sendo a experimentação solo com combos de feitiços, e não a narrativa ou a atmosfera. Ele também é um design mais leve e casual no geral, com menos da aspereza que um jogo de ação mais sombrio oferece.
Pule se
você prefere um jogo de ação mais sombrio e rico em história a uma experiência arcade descontraída de combos de feitiços.
9Como Bloody Spell:
Windblown vem do estúdio por trás de Dead Cells e traz essa sensação de combate fluido e responsivo para um roguelite rápido em estilo de arena. Você avança por fases curtas e interconectadas, encadeando ataques e dashes enquanto pega equipamentos e modificadores que remodelam como você joga. O ciclo de morrer, voltar a um hub e comprar melhorias permanentes vai ressoar com jogadores de Bloody Spell, assim como a ênfase em movimento constante e ofensiva agressiva. Seu ritmo rápido e a ênfase no ímpeto fazem cada partida parecer enérgica, e jogar com outras pessoas é possível se você quiser dividir o caos. As fases são curtas e estão sempre em movimento, então o jogo nunca deixa você parado, e as armas que você pega mudam o quanto sua abordagem precisa ser agressiva.
Mas:
O visual é brilhante e cartunesco, e o mundo é construído em torno de uma estrutura diferente, de partidas curtas e velozes, e não de exploração mais lenta. Como ele está em um longo período inicial de desenvolvimento e atualizações, parte do conteúdo pode parecer menos estabelecida do que a de concorrentes finalizados. Ele também gira menos em torno de feitiços e mais de combate com dash baseado em armas. É uma experiência de menor escala em termos de história, com apenas uma narrativa fina unindo as partidas.
Pule se
você prefere builds focadas em feitiços e uma estética mais madura a um combate rápido em arena, baseado em armas.
10Como Bloody Spell:
Dungreed é um roguelite de ação com rolagem lateral que troca a visão de cima por plataforma. Você mira sua arma com o mouse, pula, faz dash e luta por andares organizados aleatoriamente, cheios de inimigos e armadilhas, coletando itens e atributos que moldam cada partida. O principal atrativo para um jogador de Bloody Spell é o combate rápido e reativo e o fato de que cada tentativa deixa você com algo para gastar em melhorias permanentes. Os visuais em pixel art mantêm tudo legível, enquanto um grande conjunto de armas e acessórios dá muitos motivos para tentar mais uma partida. Armas, acessórios e um enorme conjunto de drops aleatórios fazem com que nenhum andar se jogue exatamente igual, e o tiro com mira no mouse parece imediato e responsivo.
Mas:
A plataforma com visão lateral muda a sensação do combate, com mais ênfase em pular e mirar do que em esquivar de cima. A apresentação é mais simples e o tom é mais leve, sem uma camada forte de narrativa. Ele é mais próximo de um roguelite arcade clássico na sensação, então espere uma progressão direta e uma escala de produção menor do que a dos grandes nomes do gênero. Sua profundidade em termos de sistemas também é mais leve, com menos camadas para dominar do que os grandes nomes do gênero.
Pule se
você prefere combate com visão de cima ou isométrico e um mundo fortemente caracterizado a ação arcade com rolagem lateral.
O modo em grupo confere plataformas, assinaturas e orçamento de todo mundo de uma vez.
O que vamos jogar?