1Doom Eternal
≈ R$ 159Demons, FPS, Gore, Fast-Paced, Shooter
Mas: 20 h em vez de 17 h, Mais fácil
Página do jogoParecido com um jogo que você amou
Abaixo estão as opções mais próximas, cada uma com o que tem em comum com Doom, no que difere e quem deve pular.
Desmarque o que você não precisa desta vez.
1Demons, FPS, Gore, Fast-Paced, Shooter
Mas: 20 h em vez de 17 h, Mais fácil
Página do jogo
2FPS, Demons, Shooter, Gore, Classic
Mas: 20 h em vez de 17 h, Mais fácil
Página do jogo
3FPS, Shooter, Gore, Fast-Paced, Classic
Mas: 8 h em vez de 17 h, Mais fácil
Página do jogo
4
5FPS, Shooter, Gore, Fast-Paced, Classic
Mas: 6 h em vez de 17 h, Mais fácil
Página do jogo
6FPS, Gore, Shooter, Classic, Action
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
7FPS, Fast-Paced, Demons, Shooter, Horror
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
8FPS, Gore, Shooter, Action, Classic
Mas: 30 h em vez de 17 h, Mais fácil
Página do jogo
9FPS, Gore, Shooter, First-Person, Action
Mas: 16 h em vez de 17 h
Página do jogo
10FPS, Gore, Shooter, Horror, First-Person
Mas: 12 h em vez de 17 h, Mais fácil
Página do jogoUm olhar mais atento às opções mais fortes, com o que cada jogo tem em comum com Doom, no que difere e quem deve pular.
1Como Doom:
Doom Eternal é a sequência direta e leva a fórmula do jogo de 2016 bem mais longe. Você continua enfrentando demônios em batalhas rápidas, no estilo arena, com uma Super Shotgun e uma motosserra, mas agora cada ferramenta tem um propósito específico: glory kills restauram a vida, a motosserra reabastece a munição e chamas criam armadura. O resultado é um ciclo de combate que exige movimentação constante e troca de armas. Acrescenta novas opções de travessia, como dashes e barras para se pendurar, e fases maiores e mais variadas. É a escolha óbvia para quem quer a mesma energia com mais complexidade, além de uma trilha sonora trovejante. Sua trilha sonora, as arenas amplas e um arsenal crescente dão a cada luta uma intensidade de heavy metal que raramente alivia.
Mas:
É um jogo mais exigente e mais estruturado que o anterior. O sistema de recursos obriga a usar ferramentas específicas em momentos específicos, o que alguns jogadores acham restritivo e outros acham empolgante. As seções de plataforma e as arenas com ares de quebra-cabeça quebram o ritmo do tiroteio, e a história e o lore são mais presentes e complicados. O tom é mais bombástico. Tem uma curva de aprendizado mais íngreme, então pode parecer menos livre que o estilo mais simples de seguir em frente do primeiro jogo.
Pule se
você prefere uma abordagem mais simples e livre de matar demônios.
2Como Doom:
Doom II: Hell on Earth é a sequência de 1994 do jogo original e um marco dos shooters rápidos e labirínticos. Ele é construído em torno de explorar fases grandes, encontrar chaves coloridas e enfrentar ondas de demônios com um arsenal crescente, incluindo a lendária Super Shotgun. A movimentação é rápida, os inimigos são variados e o level design recompensa o senso de orientação e a exploração. Captura o espírito essencial que o jogo de 2016 reviveu, e o jogador vai reconhecer o mesmo bestiário demoníaco e a mesma mistura de agressividade e gerenciamento de recursos. É um clássico que resistiu ao teste do tempo. Suas fases enormes e a grande variedade de inimigos, dos Revenants aos Arch-viles, lhe garantem uma reputação duradoura.
Mas:
É um jogo em duas dimensões e meia, com inimigos em sprites e um visual simples, de baixa resolução. Não há mira vertical, glory kills nem checkpoints que salvem seu progresso no meio de uma fase. As fases são labirintos com chaves e segredos, e não o fluxo baseado em arenas do remake. A dificuldade varia muito, e algumas seções são cansativas. A apresentação é retrô, e o jogo oferece pouca narrativa. É uma experiência pura, à moda antiga.
Pule se
você quer gráficos modernos, checkpoints e apresentação cinematográfica.
3Como Doom:
Serious Sam: The First Encounter é um clássico shooter de arena construído em torno de enormes hordas de inimigos que avançam contra você de todas as direções. Você corre, faz strafe e dispara um enorme arsenal em fases abertas de tema egípcio, usando movimentação para trás e reflexos rápidos para sobreviver. Compartilha o amor de Doom pela velocidade e uma abordagem de combate em alto volume, e não perde tempo com história. A satisfação de abrir caminho a tiros por multidões de criaturas é imediata e barulhenta. É uma boa pedida para quem adora ação à moda antiga e quer um jogo simples, agitado e divertido. A escala das batalhas, com centenas de inimigos na tela, é diferente da maioria dos outros shooters.
Mas:
É muito mais simples e menos tático que o Doom moderno, com pouca ênfase em ciclos de recursos ou golpes especiais. Os inimigos são numerosos, mas se comportam de forma previsível, e as fases são espaços abertos com segredos. O humor é grosseiro e o tom é bobo, e não de metal e ameaça. Os gráficos são datados e o ritmo pode ficar repetitivo em uma sessão longa. É melhor aproveitado em doses curtas ou com um amigo em co-op.
Pule se
você quer sistemas de combate profundos e uma sensação de peso.
4Como Doom:
Devil Daggers é um shooter de arena minimalista em que você enfrenta enxames de demônios em uma única sala escura pelo máximo de tempo que conseguir. Você se move, dispara adagas das mãos e tenta sobreviver mais alguns segundos a cada vez, com um ranking mostrando quanto tempo você durou. Ele destila a velocidade e a agressividade de Doom em um teste puro de reflexos, com uma sensação de tensão inesquecível. As runs são curtas e a curva de aprendizado é brutal, mas recompensadora. É uma boa escolha para quem adora o ritmo de movimentação e combate e quer uma experiência rápida e intensa. Sua trilha sonora hipnótica e o visual minimalista fazem cada run parecer um ritual curto e intenso.
Mas:
Não tem campanha, armas para coletar nem fases para explorar. O jogo é uma única arena e um desafio de pontuação, e seu estilo visual é austero e abstrato. Também é extremamente difícil, e o progresso é medido em tempo de sobrevivência, e não em história ou desbloqueios. Falta a variedade e o espetáculo do Doom completo, então é uma escolha de nicho. Quem quer uma campanha longa vai sentir falta, embora seja um bom complemento ao shooter maior.
Pule se
você quer uma campanha com fases e armas variadas.
5Como Doom:
Trepang2 é um shooter em primeira pessoa veloz e agressivo em que você interpreta um supersoldado que abre caminho por missões com uma mistura de tiroteio, combate corpo a corpo e habilidades de câmera lenta. Os inimigos são espertos e o combate incentiva a ser inventivo, deslizando, pulando e mergulhando para continuar vivo. Tem uma sensação de impacto, quase arcade, com execuções brutais e uma variedade de armas. Como Doom, recompensa agressividade e mobilidade, e suas fases são projetadas para dar espaço para se mover. É uma boa escolha para fãs de shooters à moda antiga que querem uma opção mais moderna e tática. Seus inimigos reagem às suas ações e flanqueiam você, o que mantém as lutas imprevisíveis e empolgantes.
Mas:
É uma produção menor e mais modesta que o jogo da id Software, com menos set pieces e acabamento mais rústico. O tom é mais de thriller militar sombrio do que de uma carnificina demoníaca de heavy metal. Os inimigos são soldados humanos e mutantes, e não demônios, e o combate se apoia no uso tático de cobertura além da velocidade. A história é mínima e os valores de produção não são tão altos. É uma experiência mais focada, com jeito de indie e uma campanha curta.
Pule se
você quer demônios, heavy metal e grandes encontros com bosses.
6Como Doom:
Wolfenstein: The New Order é um shooter em primeira pessoa em que B.J. Blazkowicz luta em um mundo onde os nazistas venceram a Segunda Guerra Mundial. Mistura tiroteio agressivo com um foco narrativo mais forte que os jogos antigos, e oferece ambientes variados, set pieces e um estilo de combate com duas armas ao mesmo tempo. O ritmo é rápido, com ênfase em armas pesadas e grandes inimigos, e permite abordar algumas fases com furtividade. É uma boa pedida para quem quer uma campanha single-player com muita ação e algumas cenas memoráveis. Os personagens lhe dão uma surpreendente dose de coração. Perks que recompensam estilos diferentes, junto com grandes lutas de boss, dão uma sensação satisfatória de progressão.
Mas:
É um jogo mais realista e movido pela história, com seções mais lentas de diálogo e exploração entre as lutas. A movimentação é mais pesada e o combate é menos acrobático que o de Doom de 2016, com cobertura e itens coletáveis tendo papel maior. O tom é uma mistura de drama sério e humor ácido, e o cenário está longe de demônios e do Inferno. A estrutura é mais linear, e o tiroteio é menos frenético. É uma campanha satisfatória, mas não tão implacável quanto o matador de demônios veloz.
Pule se
você quer movimento constante e matança de demônios sem uma longa história.
7Como Doom:
Duke Nukem 3D: 20th Anniversary World Tour é uma versão renovada do shooter de 1996, com um herói de ação sarcástico que luta contra alienígenas ao longo de uma série de fases. Tem combate rápido e satisfatório, com uma grande variedade de armas, cenários interativos e humor irônico. As fases são labirintos cheios de segredos e de um número surpreendente de coisas para fazer, de usar dispositivos a brincar com o cenário. Compartilha a sensibilidade dos shooters à moda antiga que Doom ajudou a criar, e é fácil de começar a jogar. O relançamento atualizado inclui novos episódios e melhorias de qualidade de vida. Sua mistura de armas, como raios encolhedores e armas de congelamento, dá um toque brincalhão que se destaca.
Mas:
O humor é grosseiro e bastante datado, e o jogo é imerso em atitudes dos anos 1990 que podem soar desagradáveis. A movimentação é mais simples que nos shooters modernos, e o combate não tem o polimento e a variedade do reboot de 2016. Os inimigos são menos ameaçadores e o level design trata mais de exploração e segredos do que de arenas. É um clássico com muita personalidade, mas não uma experiência refinada ou séria.
Pule se
você não gosta de humor grosseiro e datado.
8Como Doom:
Shadow Warrior Classic Redux é uma versão atualizada do shooter de 1997 em que Lo Wang fatia e atira por fases de temática asiática cheias de inimigos e segredos. Usa a mesma fórmula à moda antiga de caça às chaves, fases labirínticas e um arsenal variado que inclui uma katana e um lança-foguetes. O ritmo é rápido, e a diversão é alta. Compartilha o DNA de Doom e de seus contemporâneos e dá aos jogadores modernos a chance de aproveitá-lo com visuais e controles melhorados. É uma explosão curta e divertida para fãs de shooters clássicos em primeira pessoa. Suas fases são cheias de segredos, e despedaçar inimigos com uma katana é satisfatório.
Mas:
O humor inclui estereótipos ultrapassados e piadas grosseiras que não envelheceram bem. O jogo é um título retrô com ambientes e comportamento de inimigos simples, e não tem o polimento e os set pieces do Doom moderno. As fases são labirínticas e podem confundir, e a jogabilidade é menos exigente em termos de táticas. É uma curiosidade histórica com muito charme para fãs de retrô, mas não tão refinada quanto shooters mais modernos.
Pule se
você quer valores de produção modernos e um tom respeitoso.
O modo em grupo confere plataformas, assinaturas e orçamento de todo mundo de uma vez.
O que vamos jogar?