1Humankind
≈ R$ 265Turn-Based Strategy, 4X, Strategy, Grand Strategy, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate)
Mas: 46 h em vez de 63 h
Página do jogoParecido com um jogo que você amou
Abaixo estão as opções mais próximas, cada uma com o que tem em comum com Sid Meier's Civilization VI, no que difere e quem deve pular.
Desmarque o que você não precisa desta vez.
1Turn-Based Strategy, 4X, Strategy, Grand Strategy, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate)
Mas: 46 h em vez de 63 h
Página do jogo
2Turn-Based Strategy, Strategy, 4X, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate), Historical
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
3Turn-Based Strategy, Strategy, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate), 4X, Historical
Mas: 53 h em vez de 63 h
Página do jogo
4Turn-Based Strategy, 4X, Strategy, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate), Turn-Based
Mas: 17 h em vez de 63 h
Página do jogo
5Turn-Based Strategy, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate), Strategy, 4X, Grand Strategy
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
6Strategy, Grand Strategy, Historical, Turn-Based Strategy, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate)
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
7Grand Strategy, Turn-Based Strategy, 4X, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate), Historical
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
8Historical, Turn-Based Strategy, Strategy, Grand Strategy, War
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogo
9Grand Strategy, Turn-Based Strategy, Historical, Strategy, War
Mas: Mais fácil
Página do jogo
10Turn-Based Strategy, 4X (explore, expand, exploit, and exterminate), 4X, Strategy, Turn-based strategy (TBS)
Mas: uma abordagem própria.
Página do jogoUm olhar mais atento às opções mais fortes, com o que cada jogo tem em comum com Sid Meier's Civilization VI, no que difere e quem deve pular.
1Como Sid Meier's Civilization VI:
Humankind é o rival mais direto de Civilization VI, um 4X histórico por turnos da Amplitude Studios publicado pela Sega em 2021. Você continua fundando cidades em um mapa de hexágonos, pesquisando tecnologias, enfrentando tribos neutras no estilo bárbaro e conduzindo uma nação do Neolítico à era moderna, então o ciclo central do “só mais um turno” está intacto. A novidade é que nenhuma civilização é fixa no início: em cada uma das seis eras o jogador escolhe uma nova cultura, de modo que um império pode começar como babilônico e terminar como americano, e as escolhas se somam em uma identidade própria. Cada cultura traz sua própria unidade, seu distrito emblemático e seu bônus, o que oferece o mesmo tipo de planejamento de construção que os fãs de Civilization VI curtem ao distribuir distritos em volta de uma cidade. A expansão acontece por meio de postos avançados ligados às cidades e de distritos construídos no território, o que faz o mapa parecer uma colcha de retalhos de terras reivindicadas, e não raios de cidade arrumadinhos. O progresso é pontuado em Fame, obtida explorando, construindo, lutando e pesquisando, e o líder com mais Fame no fim da era ganha um bônus, então o sucesso não depende só de conquista. É a escolha para quem adora o planejamento de distritos de Civilization VI, mas quer que a história pareça mais fluida.
Mas:
Humankind não tem líderes fixos com personalidade como Civilization VI; o império é uma persona em branco que o jogador molda. O combate usa uma camada tática em que os exércitos lutam em um pequeno campo de batalha antes de a campanha continuar, o que difere dos confrontos de uma unidade por casa de Civilization VI. É um jogo pago lançado em agosto de 2021 para PC e recebeu expansões depois do lançamento.
Pule se
você quer líderes famosos como Gandhi ou Cleópatra, com suas próprias agendas; Humankind permite misturar culturas e não tem rivais de IA movidos por personalidade.
2Como Sid Meier's Civilization VI:
Civilization IV, lançado pela Firaxis em 2005, é muitas vezes chamado de ponto alto da série entre os fãs de longa data, e foi o jogo em que Soren Johnson liderou o design. Ele é jogado em uma grade quadrada, e não em hexágonos, com pilhas de unidades se movendo juntas, o que dá ao combate um sabor diferente do estilo de uma unidade por casa que Civilization VI usa. Os sistemas, porém, são ancestrais diretos do que veio depois: líderes com traços, uma árvore tecnológica, grandes pessoas que podem fundar cidades santas ou iniciar uma era de ouro e um sistema de civics que permite ao jogador misturar tipos de governo em vez de escolher um só. A religião é uma mecânica completa, com fundadores competindo para espalhar sua fé pelo mapa, e a IA de diplomacia é famosa por suas personalidades. A trilha sonora inclui Baba Yetu, o tema que depois voltou a ser ouvido na série. As expansões Warlords e Beyond the Sword acrescentam mais profundidade, incluindo estados vassalos, corporações e espionagem. Serve para quem quer ver de onde a série moderna tira seu senso de ritmo e não se importa com gráficos mais antigos.
Mas:
Civilization IV parece datado ao lado de Civilization VI, com interface simples e um mapa de aspecto caricato, e não tem distritos nem o sistema de eureka. As cidades são construídas em uma única casa com um raio, e não em uma grade planejada. Saiu para Windows em 2005 e costuma ser vendido por um preço baixo, muitas vezes com suas expansões. O multiplayer existe, mas não é o principal atrativo em comparação com a campanha single-player.
Pule se
você precisa de gráficos modernos e uma interface polida; Civilization IV é um jogo mais antigo e sua apresentação mostra a idade.
3Como Sid Meier's Civilization VI:
Civilization V é o título principal anterior da Firaxis, lançado em 2010, e foi nele que a série passou a usar casas hexagonais e a regra de uma unidade militar por casa. Essa mudança é a origem de tudo o que Civilization VI faz no combate, então quem gosta de posicionar exércitos, usar unidades à distância e bloquear gargalos vai encontrar os mesmos instintos táticos em ação. O ciclo de turnos é conhecido: fundar cidades, escolher o que construir, definir a pesquisa e crescer rumo a uma das várias condições de vitória, como ciência, cultura, diplomacia ou dominação. As city-states são uma ideia marcante, pequenas nações independentes que dão missões e podem ser conquistadas com ouro ou ganhas como aliadas, e antecipam o modo como Civilization VI se apoia nos enviados. As políticas sociais substituem as cartas de governo do jogo posterior, e as expansões Gods & Kings e Brave New World acrescentaram religião, espionagem, rotas comerciais e turismo, então o jogo completo é profundo. Seus líderes, como Ashurbanipal, Wu Zetian ou Harald Bluetooth, têm uma personalidade diplomática fácil de ler. É uma boa escolha para quem quer a mesma série com um conjunto de regras um pouco mais antigo e compacto, que roda bem em computadores modestos.
Mas:
Civilization V usa uma única cidade que cresce sobre suas casas, e não os distritos separados de Civilization VI, então as cidades parecem menos um quebra-cabeça a ser planejado. Não há sistema de eureka nem pontuação de era. Foi lançado para Windows, com versões para Mac e Linux depois, e o jogo base mais as duas expansões costuma ser vendido junto como edição completa, por um preço menor do que o de um lançamento novo.
Pule se
você gosta do planejamento de distritos e das cidades construtoras de Civilization VI; Civilization V mantém tudo dentro de um único aglomerado de casas da cidade e parece mais simples.
4Como Sid Meier's Civilization VI:
Endless Legend é um 4X de fantasia da Amplitude Studios, lançado em 2014, que mantém a exploração do mapa de hexágonos e a fundação de cidades que definem Civilization VI, mas troca a história real por um mundo inventado. Cada facção joga de um jeito muito diferente: os Necrophages se alimentam da terra, os Broken Lords são nobres mortos-vivos, os Wild Walkers são espiritualistas da floresta e os Roving Clans são um povo de comerciantes, então cada partida nova pede um plano novo, em vez do mesmo império genérico. Em vez de distritos de cidade arrumadinhos, o mapa tem regiões que as cidades reivindicam, e facções menores que vivem ali podem ser conquistadas ou conquistar amizade, o que faz a exploração ter propósito. As estações se alternam ao longo do ano e mudam o terreno e a produção, então um inverno pode exigir uma abordagem bem diferente da de um verão. Missões, uma árvore de pesquisa com sabor ligado à lore e um mapa dramático cheio de ruínas dão ao jogo um clima de livro de contos que Civilization VI em geral não tem. O combate é resolvido em uma tela de batalha curta, em vez de mover pilhas de casa em casa. Combina com jogadores de Civilization VI cansados de nações históricas que querem facções incomuns com identidade de verdade.
Mas:
Endless Legend é um jogo menor e mais estilizado que Civilization VI, com visual pintado à mão e uma trilha sonora que carrega o clima. Não há linha do tempo histórica, nem maravilhas construídas a partir de monumentos da Terra, nem diplomacia conduzida por líderes. Foi lançado para PC, com suporte a Mac e Linux, e suas expansões adicionam novas facções e mecânicas, então a experiência completa está espalhada entre o jogo base e vários extras.
Pule se
você quer história real, líderes famosos e maravilhas como as Pirâmides; Endless Legend é inteiramente um cenário de fantasia.
5Como Sid Meier's Civilization VI:
Old World é um 4X da Mohawk Games, estúdio liderado por Soren Johnson, que foi designer-chefe de Civilization IV, e isso aparece no cuidado com que os sistemas são equilibrados. Ambientado no Mediterrâneo antigo, ele troca a expansão sem fim de Civilization VI por um foco na dinastia governante: cada líder tem família, parentes, cortesãos e traços, e os personagens envelhecem, casam, morrem e geram herdeiros que o jogador precisa administrar. A principal novidade são as ordens, um recurso compartilhado que limita quantas ações podem ser feitas por turno, então o jogador não consegue mover todas as unidades todo turno e precisa escolher quais problemas importam mais. O jogo também tem um forte sistema de eventos, em que escândalos, rixas e oportunidades surgem e moldam a história de um único reinado. Cidades e casas ainda existem, e ainda há maravilhas, tecnologias e caminhos de vitória, mas a ênfase nas personalidades cria o tipo de história que Civilization VI em geral deixa para a imaginação do jogador. Foi lançado em 2021 e serve para fãs que querem que seu 4X pareça um drama histórico.
Mas:
Old World é um jogo mais compacto que Civilization VI, e seu escopo se limita à Antiguidade, em vez de abranger toda a história, das ferramentas de pedra ao espaço. Foi lançado primeiro na Epic Games Store e depois chegou à Steam, e é um jogo premium pago, com expansões que adicionam novas nações e mecânicas. As partidas podem ser mais curtas que as longas campanhas de Civilization, e a interface dá mais foco às pessoas do que à decoração do mapa.
Pule se
você quer a linha do tempo completa, da Antiguidade à era espacial; Old World fica na Antiguidade e põe o drama familiar à frente da tecnologia.
6Como Sid Meier's Civilization VI:
Age of Wonders: Planetfall, lançado em 2019 pela Triumph Studios e publicado pela Paradox Interactive, leva a estrutura 4X para um cenário de ficção científica em que um império galáctico entrou em colapso e os sobreviventes reconstroem a vida em novos mundos. Como Civilization VI, ele tem cidades que se expandem por um mapa, tecnologias a pesquisar e um conjunto de caminhos de vitória, mas cada turno também traz a promessa de uma luta tática. Quando os exércitos se encontram, o jogo passa para um campo de batalha separado, onde as unidades usam cobertura, se revezam e usam habilidades especiais, uma experiência muito diferente do combate abstrato de Civilization VI. As facções são distintas no visual e nas mecânicas, e o jogo permite personalizar unidades e moldar um líder, então um exército parece uma criação pessoal, e não uma lista padrão. As campanhas de facções individuais incluem missões de história, e o jogo oferece mapas gerados aleatoriamente para partidas livres. Combina com fãs de Civilization VI que curtem mais as lutas do que a administração do império e querem uma camada tática com mais ação visível.
Mas:
Planetfall não segue a história real e não tem uma linha do tempo longa; o jogo inteiro se passa em um futuro de ficção científica. A administração do império é mais leve do que em Civilization VI, e as batalhas táticas são o evento principal. Foi lançado para PC e depois para consoles, e é um jogo premium com expansões que adicionam novas facções e mecânicas. As partidas podem ser mais curtas e focadas do que uma campanha completa de Civilization.
Pule se
você prefere resolver a guerra com uma simples pilha de unidades no mapa; Planetfall quer que você jogue cada batalha.
7Como Sid Meier's Civilization VI:
Master of Orion II: Battle at Antares, lançado pela Simtex e pela MicroProse em 1996, é um dos clássicos do gênero 4X espacial e é um companheiro histórico de Civilization VI, porque os dois compartilham uma linhagem no gênero. O jogador escolhe uma raça, envia naves de colonização para estrelas próximas, pesquisa tecnologia e monta uma frota para vencer por conquista ou por diplomacia no Galactic Council. O sistema de projeto de naves é o destaque, permitindo equipar cascos com armas, escudos e sistemas especiais, de modo que a frota reflete as ideias do próprio jogador. As raças têm vantagens distintas, e escolher traços ao criar uma raça personalizada é uma parte marcante do jogo. O combate tático é por turnos e acontece em uma grade, então as lutas parecem um pequeno quebra-cabeça, e não um cálculo em segundo plano. Serve para quem quer ver como funcionavam os primeiros jogos 4X, com o mesmo ciclo de exploração, expansão, exploração de recursos e extermínio que Civilization VI continua em um pacote muito mais moderno.
Mas:
Master of Orion II é um jogo de DOS dos anos 1990, e sua interface e seus gráficos refletem isso. É bem menos acessível que Civilization VI, e a curva de aprendizado é mais íngreme por causa das convenções de design mais antigas. É vendido em lojas digitais em uma versão que roda em computadores modernos, geralmente por um preço baixo. O cenário é o espaço, e não a história da Terra.
Pule se
você espera uma interface moderna e tutoriais; Master of Orion II é um jogo de 1996 e pede paciência.
8Como Sid Meier's Civilization VI:
Endless Space 2, lançado pela Amplitude Studios em 2017, leva a fórmula 4X para o espaço e é uma boa escolha para quem gosta da profundidade de Civilization VI, mas quer um cenário diferente. Os jogadores colonizam sistemas estelares em vez de fundar cidades em terra, pesquisam tecnologias, constroem frotas e buscam a vitória por ciência, conquista ou outros caminhos. Cada facção joga com suas próprias regras e história, então uma partida com os comerciantes Lumeris é muito diferente de uma com os Cravers, e essa variedade dá ao jogo um forte valor de rejogabilidade. As frotas são compostas a partir de projetos que o jogador pode personalizar, e as batalhas acontecem com uma breve escolha tática de abordagem, e não com o controle total de cada nave. O jogo também tem muito sabor narrativo, com cadeias de missões que levam o jogador por escolhas de história, do jeito que Endless Legend faz em terra. A trilha sonora e a interface são polidas, e a lore de ficção científica do universo Endless dá a cada facção uma identidade clara. Combina com fãs de Civilization VI que querem a construção de impérios voltada para as estrelas.
Mas:
Endless Space 2 tem uma curva de aprendizado mais íngreme que Civilization VI em alguns pontos, porque a interface guarda muita informação sobre sistemas, comércio e influência. Sua diplomacia e sua política funcionam de forma diferente da abordagem baseada em líderes de Civilization VI, e não há maravilhas tiradas da história humana. Foi lançado para PC e recebeu expansões que adicionam facções e novas mecânicas, então o custo total pode ser maior do que o do jogo base.
Pule se
você quer ficar na Terra com história real; Endless Space 2 se passa inteiramente entre as estrelas.
9Como Sid Meier's Civilization VI:
The Battle of Polytopia, feito pelo estúdio sueco Midjiwan e lançado em 2016, é uma versão pequena e rápida da ideia de Civilization, e é o jogo para experimentar quando uma campanha completa de Civilization VI parece tempo demais. Tem visual low-poly e um mapa compacto em que o jogador escolhe uma tribo, explora, pesquisa tecnologias, captura vilas e faz as cidades crescerem. A árvore tecnológica é curta, e unidades e construções são liberadas conforme ela é escalada, então as decisões estratégicas são fáceis de enxergar. As partidas podem ser concluídas em uma sessão curta, já que o jogo padrão vai até um número definido de turnos, e a pontuação no fim decide o vencedor. Há muitas tribos com bônus próprios, e o jogo oferece tanto single-player contra a IA quanto multiplayer com amigos. Começou no mobile e depois chegou ao PC, então funciona bem como um jogo no estilo Civilization para jogar em partidas curtas. Combina com fãs de Civilization VI que querem o espírito da série em uma forma que cabe no horário de almoço, com menos microgerenciamento e um visual amigável.
Mas:
Polytopia é bem mais simples que Civilization VI, sem diplomacia com líderes nomeados, sem distritos, sem governo e sem economia profunda. A profundidade vem da tática e das decisões rápidas, não do planejamento de longo prazo. Está disponível em dispositivos móveis e PC, e sua monetização variou conforme a plataforma, então vale conferir o modelo atual na página da loja antes de jogar.
Pule se
você quer economia profunda, diplomacia e partidas longas; Polytopia foi feito para partidas curtas e simples.
10Como Sid Meier's Civilization VI:
Stellaris, da Paradox Development Studio e lançado em 2016, é um jogo de grande estratégia ambientado no espaço que roda em tempo real com pausa, o que o torna uma experiência bem diferente dos turnos estritos de Civilization VI. O jogador projeta um império, escolhendo espécie, ética e governo, e depois explora a galáxia, coloniza planetas, constrói frotas e lida com outros impérios. Seu sistema de pesquisa oferece uma escolha aleatória de tecnologias, então nenhuma partida segue o mesmo caminho. Eventos e anomalias descobertos durante a exploração acrescentam uma camada de história que dá a sensação de um universo vivo, e crises de fim de jogo podem ameaçar todos os impérios de uma vez. A diplomacia é profunda, com federações, vassalos e rivalidades, e os impérios podem ser moldados em formas incomuns, como uma mente coletiva ou uma inteligência de máquina. Combina com fãs de Civilization VI que querem um enorme sandbox para mexer por bastante tempo e não se importam que o jogo exija mais atenção a menus e à administração.
Mas:
Stellaris pesa muito mais na administração do que Civilization VI, e seus tutoriais e sua interface podem parecer sufocantes no começo. Como roda em tempo real, o ritmo difere da abordagem turno a turno, embora possa ser pausado a qualquer momento. Foi lançado para PC e depois para consoles, e a Paradox lançou muitas expansões, então a experiência completa está espalhada por várias adições pagas.
Pule se
você prefere turnos limpos e um tabuleiro claro; Stellaris roda em tempo real e empilha menus.
O modo em grupo confere plataformas, assinaturas e orçamento de todo mundo de uma vez.
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