1Counter-Strike: Condition Zero
≈ R$ 53FPS, Shooter, Action, Team-Based, Classic
Mas: 10 h em vez de 15 h, Cooperativo
Página do jogoParecido com um jogo que você amou
Abaixo estão as opções mais próximas, cada uma com o que tem em comum com Counter-Strike, no que difere e quem deve pular.
Desmarque o que você não precisa desta vez.
1FPS, Shooter, Action, Team-Based, Classic
Mas: 10 h em vez de 15 h, Cooperativo
Página do jogo
2FPS, Shooter, Team-Based, Competitive, eSports
Mas: Mais difícil
Página do jogo
3FPS, Warfare, Shooter, Team-Based, Classic
Mas: 4 h em vez de 15 h, Cooperativo, Mais difícil
Página do jogo
4FPS, Shooter, Warfare, Classic, Multiplayer
Mas: 9 h em vez de 15 h, Cooperativo
Página do jogo
5FPS, Warfare, Shooter, Team-Based, Tactical
Mas: 21 h em vez de 15 h, Cooperativo
Página do jogo
6FPS, Warfare, Shooter, Team-Based, Multiplayer
Mas: 6 h em vez de 15 h, Cooperativo
Página do jogo
7FPS, Team-Based, Shooter, Warfare, Multiplayer
Mas: 7 h em vez de 15 h, Cooperativo
Página do jogo
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10FPS, Classic, Shooter, Warfare, Multiplayer
Mas: 13 h em vez de 15 h, Cooperativo, Mais difícil
Página do jogoUm olhar mais atento às opções mais fortes, com o que cada jogo tem em comum com Counter-Strike, no que difere e quem deve pular.
1Como Counter-Strike:
Counter-Strike: Source é o remake de 2004 do original no motor Source da Valve, e mantém o design central intacto. Terroristas e antiterroristas lutam em rodadas curtas, compram armas com o dinheiro ganho nas rodadas anteriores e plantam e desarmam uma bomba ou resgatam reféns. Morrer significa ficar de fora até a próxima rodada, o que dá peso real a cada duelo. O remake trouxe gráficos melhores, física realista e detecção de acertos refinada, enquanto os mapas, os padrões de recuo e a economia continuaram reconhecíveis. É o que há de mais próximo do original para quem quer a mesma sensação tática com um motor mais moderno, e ainda sustenta uma comunidade dedicada e muitos servidores.
Mas:
É em grande parte o mesmo jogo, então oferece pouca novidade além da atualização técnica. Alguns jogadores preferiam a sensação de movimentação e de tiro do original, e a versão Source foi há muito ofuscada pelos jogos posteriores da série. A comunidade é bem menor do que no auge, e os visuais parecem datados. É uma experiência nostálgica e sólida, mas não um grande passo além do jogo que refaz.
Pule se
você quer algo claramente diferente da fórmula original.
2Como Counter-Strike:
Day of Defeat é um shooter de Segunda Guerra Mundial em equipe que começou como um mod de Half-Life, como o próprio Counter-Strike. Aliados e Eixo disputam pontos de captura em mapas compactos, escolhendo classes como fuzileiro, atirador de elite e metralhador, cada uma com sua função. O ritmo é deliberado, com armas que parecem pesadas e forte ênfase em trabalho em equipe, em segurar posições e em flanquear. Oferece uma estrutura parecida, com mapas pequenos, objetivos claros e rodadas curtas, e a noção de posicionamento e de conhecimento dos mapas parecerá familiar para fãs de Counter-Strike. O cenário de guerra lhe dá um sabor distinto, e seus tiroteios diretos e tensos se sustentam bem.
Mas:
É um jogo mais antigo, com gráficos e animações simples, e a base ativa de jogadores é pequena. O equilíbrio de classes e as armas são menos refinados do que nos shooters modernos, e não há economia nem fases de compra como as que definem as rodadas de Counter-Strike. Os objetivos são baseados em captura, o que faz as partidas parecerem diferentes das rodadas de plantar e desarmar bomba. Combina mais com jogadores nostálgicos do que com recém-chegados que esperam polimento e uma grande comunidade.
Pule se
você quer rodadas de desarme de bomba, economia e um visual moderno.
3Como Counter-Strike:
Call of Duty 4: Modern Warfare é o shooter de 2007 que remodelou o gênero militar com um cenário moderno, uma campanha single-player de ritmo enxuto e um modo multiplayer construído em torno de progressão rápida. Online, você escolhe um loadout, ganha experiência e desbloqueia novas armas e perks, e luta em partidas rápidas que recompensam o conhecimento dos mapas e os reflexos rápidos. O tiroteio é preciso e satisfatório, e a sensação de competir contra outros jogadores em mapas compactos parecerá familiar para fãs de Counter-Strike. A campanha oferece uma viagem cinematográfica com cenas de impacto memoráveis, e a influência do multiplayer em shooters posteriores dificilmente pode ser exagerada.
Mas:
É muito mais rápido e tolerante do que Counter-Strike, com respawns, killstreaks e perks que afastam o foco de uma única rodada tensa. O sistema de progressão incentiva o grinding, e o multiplayer não tem a economia estrita nem a estrutura de uma vida só. A antiga comunidade do multiplayer em grande parte seguiu em frente, então pode ser difícil encontrar partidas. É uma versão mais chamativa e arcade do combate militar do que a fórmula tática e baseada em rodadas de Counter-Strike.
Pule se
você quer rodadas de uma vida só, economia de compras e um ritmo estritamente tático.
4Como Counter-Strike:
Insurgency é um shooter tático em equipe que tira boa parte do brilho arcade e põe a ênfase em realismo e letalidade. As armas matam rápido, então um passo descuidado pode encerrar a sua rodada, e as equipes precisam se comunicar, se mover com cuidado e aproveitar a cobertura. Oferece modos cooperativos e competitivos, com recursos limitados, um sistema de loadout e objetivos que precisam ser capturados ou defendidos. Fãs de Counter-Strike reconhecerão a tensão do combate com pouca vida e a importância do posicionamento, e o design de som e a sensação de peso lhe dão um tom realista e sério. Recompensa a paciência e o trabalho em equipe, e não a bravura de lobo solitário.
Mas:
O cenário é um conflito moderno, e não um shooter competitivo polido, e o ritmo é mais lento, com longos trechos procurando inimigos. Não tem a estrutura de desarme de bomba nem a economia de compras que Counter-Strike popularizou, e as partidas são menos padronizadas. Os visuais são simples, e a curva de aprendizado pode ser íngreme para quem espera jogo de correr e atirar. É um jogo mais voltado à simulação do que o design elegante e amigável aos esports de seu par mais famoso.
Pule se
você quer tiroteio rápido e chamativo, com vida tolerante e respawns.
5Como Counter-Strike:
Battlefield: Bad Company 2 é um shooter militar em esquadrão da DICE que combina multiplayer em larga escala com uma campanha single-player cômica. Online, quatro classes com ferramentas distintas lutam por bases e objetivos em mapas onde boa parte do cenário pode ser destruída, então paredes desabam e coberturas desaparecem. O trabalho em equipe e as funções das classes importam, com médicos, engenheiros, tropas de assalto e jogadores de reconhecimento se apoiando, e os veículos acrescentam variedade. Oferece uma alternativa maior e mais caótica para jogadores de Counter-Strike que curtem jogo em equipe e controle de mapa, e o sistema de destruição dá às batalhas uma sensação dinâmica. O modo Rush, em que os atacantes avançam por objetivos, é um destaque especial.
Mas:
A escala e o caos são bem diferentes das rodadas pequenas e controladas de Counter-Strike. Respawns, veículos e mapas grandes fazem com que a mira precisa importe menos, e o ritmo é mais solto. A comunidade online deste título mais antigo é bem menor do que já foi, e a campanha single-player é curta. É um shooter mais cinematográfico e no estilo sandbox, e não um shooter competitivo e tático.
Pule se
você quer rodadas táticas pequenas, precisas e de uma vida só.
6Como Counter-Strike:
Half-Life 2: Deathmatch é o spin-off multiplayer do shooter marcante da Valve, construído em torno de um deathmatch rápido e guiado pela física. Você luta com armas do jogo single-player, incluindo pistola, escopeta, besta e a gravity gun, que pode pegar objetos e arremessá-los nos oponentes. Roda no mesmo motor de Counter-Strike: Source e tem o mesmo tiroteio preciso e a mesma noção de design de mapas enxuto e legível. Fãs de Counter-Strike que querem uma forma mais solta e arcade de curtir o tiro no motor Source o acharão rápido e animado, e seus truques de física, como lançar uma lâmina de serra ou um barril num oponente, criam momentos memoráveis.
Mas:
É um deathmatch de todos contra todos, sem rodadas, sem economia e sem objetivos de equipe, então lhe falta a profundidade tática que torna Counter-Strike tão envolvente. O número de jogadores é baixo, e encontrar partidas pode ser difícil. O conjunto de armas é pequeno, e os mapas são limitados. É uma diversão nostálgica e caótica, e não um jogo competitivo duradouro.
Pule se
você quer objetivos de equipe, rodadas e uma estrutura tática.
7Como Counter-Strike:
Quake III Arena é o shooter focado em multiplayer da id Software de 1999 e uma das expressões mais puras do combate de arena. Os jogadores surgem em mapas compactos e cuidadosamente desenhados, correm atrás de armas, armaduras e itens de vida e duelam com o lança-foguetes, o railgun e a arma de raios em partidas rápidas e baseadas em habilidade. A movimentação é central, com strafe jumping e rocket jumps dando enorme vantagem a jogadores experientes, e a mira exige um padrão alto. Para fãs de Counter-Strike que curtem tiroteio competitivo, mostra a outra grande escola do design multiplayer dos anos 1990 e influenciou boa parte do tiro nos esports. Seus mapas são atemporais e o jogo ainda tem seguidores fiéis.
Mas:
Não tem estrutura baseada em rodadas, nem modos de bomba ou de objetivo, nem economia, então falta a camada estratégica que Counter-Strike popularizou. O ritmo é muito mais rápido e frenético, com movimentação em alta velocidade e respawns. A curva de aprendizado é íngreme, e os recém-chegados podem ser atropelados por duelistas experientes. Os visuais e os menus são datados, e não há história single-player.
Pule se
você quer rodadas táticas e um ritmo mais lento e metódico.
8Como Counter-Strike:
Tom Clancy's Rainbow Six: Vegas 2 é um shooter tático em terceira pessoa em que você lidera uma pequena equipe de operativos em combates em ambientes fechados dentro e ao redor de Las Vegas. Você dá ordens ao esquadrão, arromba portas, se protege atrás de objetos e limpa salas contra terroristas, com uma campanha que pode ser jogada sozinho ou em co-op. A ênfase em cobertura, comunicação e entrada cuidadosa o liga ao espírito tático de Counter-Strike, e seu foco em missões de contraterrorismo e trabalho em equipe em curtas distâncias tem paralelos claros. Os modos multiplayer e a progressão persistente do personagem acrescentaram variedade para quem queria continuar jogando depois do fim da campanha.
Mas:
Joga-se em terceira pessoa, com um sistema de cobertura, o que o faz parecer bem diferente da precisão em primeira pessoa de Counter-Strike. O comportamento dos inimigos é simples, e o jogo se apoia em confrontos roteirizados. A IA do esquadrão pode ser errática, e a campanha é bastante curta. A comunidade online se dissipou, e os visuais mostram a idade. É mais um jogo de ação tática no estilo console do que um shooter competitivo hardcore.
Pule se
você quer precisão em primeira pessoa e jogo totalmente competitivo.
O modo em grupo confere plataformas, assinaturas e orçamento de todo mundo de uma vez.
O que vamos jogar?