1The Long Dark
≈ R$ 106Open World Survival Craft, Survival, Open World, Exploration, Crafting
Mas: 48 h em vez de 77 h, Mais difícil
Página do jogoParecido com um jogo que você amou
Abaixo estão as opções mais próximas, cada uma com o que tem em comum com No Man's Sky, no que difere e quem deve pular.
Desmarque o que você não precisa desta vez.
1Open World Survival Craft, Survival, Open World, Exploration, Crafting
Mas: 48 h em vez de 77 h, Mais difícil
Página do jogo
2Open World Survival Craft, Space, Survival, Sandbox, Sci-fi
Mas: 25 h em vez de 77 h
Página do jogo
3Open World Survival Craft, Space, Survival, Open World, Exploration
Mas: 51 h em vez de 77 h
Página do jogo
4Open World Survival Craft, Space, Sandbox, Survival, Open World
Mas: 51 h em vez de 77 h, Mais fácil
Página do jogo
5Open World Survival Craft, Survival, Crafting, Open World, Sandbox
Mas: 27 h em vez de 77 h
Página do jogo
6Open World Survival Craft, Survival, Open World, Crafting, Exploration
Mas: 17 h em vez de 77 h
Página do jogo
7Open World Survival Craft, Sandbox, Survival, Crafting, Open World
Mas: 68 h em vez de 77 h
Página do jogo
8Open World Survival Craft, Survival, Sandbox, Open world, Simulator
Mas: 100 h em vez de 77 h, Mais difícil
Página do jogo
9Open World Survival Craft, Survival, Open World, Crafting, Multiplayer
Mas: 24 h em vez de 77 h
Página do jogo
10Open World Survival Craft, Open World, Survival, Crafting, Sandbox
Mas: 65 h em vez de 77 h
Página do jogoUm olhar mais atento às opções mais fortes, com o que cada jogo tem em comum com No Man's Sky, no que difere e quem deve pular.
1Como No Man's Sky:
Astroneer é o primo mais próximo em espírito: um jogo colorido e amigável sobre pousar em planetas alienígenas com quase nada e transformá-los em um lar. Feito pela System Era Softworks, ele coloca o jogador em Sylva com uma cápsula de habitat, uma mochila e o Terrain Tool, um dispositivo portátil que cava, nivela e eleva o terreno de uma forma suave e física que nenhum jogo baseado em menus consegue igualar. Tudo funciona a partir da mochila e da base modular ao redor dela, com cabos de oxigênio, linhas de energia e armazenamento ligados em uma teia crescente de plataformas. Os recursos estão espalhados por um sistema solar de planetas e luas gerados proceduralmente, entre eles Sylva, Desolo, Calidor, Glacio, Vesania, Novus e Atrox, cada um com seus próprios perigos, materiais e biomas, e cada um exigindo um tipo diferente de preparação antes de ser seguro pousar. Os bytes obtidos com pesquisa e exploração desbloqueiam novos itens fabricáveis, de rovers a ônibus espaciais, então o ciclo de escanear, coletar, construir e partir para algum lugar mais distante lembra muito o ritmo de pular entre sistemas em No Man's Sky. Cavar até o núcleo de um planeta é um dos destaques, com as camadas de cavernas se tornando uma expedição perigosa por si só. O jogo cooperativo com amigos é grande parte de sua identidade, e o tom continua relaxado em vez de punitivo, com o mistério da tecnologia antiga do sistema solar puxando o jogador adiante. Serve para quem tem como momentos favoritos de No Man's Sky os mais tranquilos: minerar, construir e planejar a próxima viagem.
Mas:
Astroneer não tem combate espacial, facções nem uma galáxia viva de estações de comércio. Seu sistema solar é um conjunto fixo de sete corpos, e não um universo praticamente infinito, e o tom é cartunesco, enquanto o de No Man's Sky é sombrio e pictórico. Saiu do early access com a versão 1.0 em 6 de fevereiro de 2019, depois de ser lançado em Game Preview em dezembro de 2016. Está disponível para PC, Xbox, PlayStation e Nintendo Switch e fica na faixa de preço intermediária para jogos indie de sobrevivência. O progresso é mais estruturado, mais próximo de uma árvore tecnológica do que de uma jornada errante.
Pule se
você quer combates aéreos, comércio e uma enorme galáxia para se perder; Astroneer é um sistema solar pequeno e aconchegante, construído em torno de cavar e construir bases.
2Como No Man's Sky:
Starbound é como No Man's Sky pareceria se fosse desenhado em pixel art 2D: um jogo sobre fugir de um lar condenado parecido com a Terra, receber uma nave e voar entre mundos gerados proceduralmente, cada um com seu próprio bioma, monstros, clima e recursos. A estrutura é familiar para quem já pulou por um sistema estelar de No Man's Sky. O jogador se teletransporta para baixo, escaneia minerais, minera, enfrenta a vida selvagem, constrói abrigo, fabrica equipamentos melhores e volta à nave para escolher o próximo destino. Feito pela Chucklefish, permite escolher entre um conjunto de raças, entre elas Apex, Avian, Floran, Glitch, Human, Hylotl e Novakid, e cada uma tem sua própria arquitetura e personalidade, que moldam a sensação do universo. A missão principal guia o jogador por missões contra o Ruin e o Erchius Horror, enquanto missões secundárias, masmorras e vilarejos de NPCs preenchem o espaço entre elas. A nave funciona como uma base que pode ser melhorada e decorada, ecoando como uma nave estelar ancora um save de No Man's Sky. Também há uma cena de mods saudável na Steam Workshop, que estende o jogo muito depois do fim da história principal. É uma ótima escolha para quem gosta do lado de explorar e coletar dos jogos espaciais, mas o quer em um cenário lateral de plataforma e ação.
Mas:
Ser 2D muda tudo na forma como um planeta é sentido: a exploração é feita cavando túneis e pulando entre plataformas, e não sobrevoando paisagens, e não há decolagem contínua para o espaço aberto. A nave é principalmente um hub e um menu de viagem, não um veículo para pilotar à mão. Starbound foi lançado em early access em dezembro de 2013 e chegou à versão 1.0 em 22 de julho de 2016 no PC. O combate é mais próximo de Terraria do que de um simulador de voo.
Pule se
você quer a sensação em 3D e em primeira pessoa de estar em um mundo alienígena; Starbound é estritamente de rolagem lateral e baseado em pixels.
3Como No Man's Sky:
Terraria é um parente distante de No Man's Sky, mas o ciclo de coletar, fabricar, construir e avançar para territórios mais perigosos é praticamente o mesmo. Feito pela Re-Logic e lançado em 16 de maio de 2011, coloca o jogador em um mundo 2D gerado proceduralmente com uma picareta de cobre, uma espada e um machado, e deixa o dia se desenrolar como ele preferir. O jogador cava por terra, cavernas, selvas e o Underworld, coleta minérios e fabrica equipamentos melhores em bancadas e bigornas, e constrói casas que atraem NPCs comerciantes, uma enfermeira e um guia. Lutas contra bosses, como o Eye of Cthulhu, o Wall of Flesh e, por fim, o Moon Lord, funcionam como marcos que abrem novos níveis de loot e novas partes do mundo. A Corruption ou a Crimson se espalha pelo mundo e lhe dá uma sensação de perigo, e todo mundo novo tem um layout diferente. Como No Man's Sky, foi atualizado por anos, com a atualização 1.4 Journey's End, em 2020, adicionando muito conteúdo. O multiplayer é grande parte do apelo, permitindo que amigos construam cidades juntos. É uma boa opção para quem gosta da progressão interminável de fabricar e explorar.
Mas:
Não há nada relacionado ao espaço aqui: sem naves, planetas ou galáxia, e o jogo inteiro é uma vista lateral em 2D. O tom é retrô e cartunesco, e o combate é uma parte importante do design, não algo a evitar. Está disponível para PC, consoles, dispositivos móveis e Nintendo Switch, e costuma estar entre os jogos mais baratos desta lista. Seus mundos são gerados, mas finitos, e o jogo pode parecer avassalador sem um guia nas primeiras horas.
Pule se
você precisa de senso de escala e exploração em 3D; Terraria é um jogo 2D lateral sobre um único mundo.
4Como No Man's Sky:
The Planet Crafter pega o ciclo de sobrevivência e crafting que No Man's Sky popularizou e lhe dá um objetivo muito específico e satisfatório: tornar um planeta morto habitável. Feito pelo estúdio francês Miju Games, coloca o jogador na pele de um condenado enviado a um mundo inabitável, onde uma pequena base inicial, algumas ferramentas e uma pilha de sucata são tudo o que separa o jogador de uma morte lenta. Máquinas que geram oxigênio, calor e pressão elevam um Índice de Terraformação, e conforme esse número sobe, o planeta inteiro muda: a atmosfera engrossa, a chuva começa a cair, lagos se enchem e por fim surgem vegetação e animais. É o mesmo deslumbramento de ver uma paisagem passar de hostil a acolhedora que No Man's Sky entrega quando o jogador monta uma base em um mundo severo, mas aqui é o evento principal e acontece na tela ao longo de muitas horas. Coleta de recursos, receitas de crafting, uma base crescente com tubulações e conduítes e exploração de cavernas e destroços dão muitas tarefas para se ocupar. A versão 1.0, em abril de 2024, adicionou multiplayer para até dez jogadores, novos biomas e espécies de animais. Serve para quem gosta da construção lenta e meditativa de uma base e sente mais satisfação em ver o progresso do que em combater.
Mas:
The Planet Crafter se passa em um único planeta e suas luas, e não em uma galáxia, então não há viagem em nave estelar nem combate espacial, e o mapa é fixo, não procedural. Foi lançado para PC e chegou à versão 1.0 em 10 de abril de 2024, com versões para PlayStation 5 e Xbox Series X e S vindo depois. É uma produção independente pequena, com preço modesto. Seu ritmo é deliberadamente lento, e seu visual é simples comparado à riqueza estilizada de No Man's Sky.
Pule se
você quer deixar o planeta e visitar novos sistemas estelares; The Planet Crafter mantém o jogador em um mundo e em seus arredores.
5Como No Man's Sky:
Subnautica troca o espaço pelo oceano, mas o núcleo emocional é o mesmo dos melhores momentos de No Man's Sky: cair em um planeta alienígena, conferir o que há no inventário e perceber que a sobrevivência depende de vasculhar, fabricar e observar com atenção tudo o que é estranho por perto. Feito pela Unknown Worlds Entertainment, deixa o jogador preso no planeta 4546B depois da queda da nave Aurora, com apenas uma cápsula de fuga e algumas ferramentas básicas. O jogador então explora um mundo submarino desenhado à mão, com florestas de algas, cavernas de cogumelos, zonas de lava e fossas profundas, coletando recursos para construir o Seamoth, o submarino Cyclops e o Prawn Suit, e por fim bases submarinas que se conectam. Comida, água e oxigênio mantêm a pressão constante, e o medo da água aberta em profundidade, com leviatãs à espreita no escuro, dá ao jogo uma atmosfera que No Man's Sky raramente busca. Escanear fragmentos de naufrágios desbloqueia novos projetos, dando à exploração um propósito parecido com escanear fauna e flora para pesquisa. A história é entregue por PDAs e mensagens de rádio, construindo um mistério sobre os alienígenas Precursors e uma doença que afeta o planeta. Funciona bem para quem ama o senso de deslumbramento e vulnerabilidade de chegar a um mundo desconhecido e quer essa sensação em um pacote enxuto e focado.
Mas:
Há um único mapa fixo, sem geração procedural e sem viagem entre mundos, então a exploração termina depois de uma única jogada completa. O combate é mínimo e o jogador na maior parte do tempo evita o perigo. O jogo saiu do early access em 23 de janeiro de 2018 e está disponível para PC, Mac, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch. Custa menos que um jogo típico de grande orçamento, e a continuação independente Below Zero é uma compra separada.
Pule se
você quer mundos procedurais infinitos para visitar; Subnautica é um único oceano feito à mão, e é finito.
6Como No Man's Sky:
Elite: Dangerous é a resposta dura e pesada em simulação para o mesmo sonho que No Man's Sky persegue: uma Via Láctea persistente para atravessar, com a nave como toda a identidade do jogador. Desenvolvido pela Frontier Developments e lançado em 16 de dezembro de 2014, modela a galáxia em escala de um para um usando dados reais de catálogos estelares e geração procedural para preencher as lacunas, o que significa que o jogador pode saltar entre centenas de bilhões de sistemas estelares usando o frame shift drive. Começando em uma modesta Sidewinder, o jogador ganha créditos com comércio, caça de recompensas, mineração, contrabando, dados de exploração e trabalhos de entrega, e depois compra ou equipa naves maiores, como a Cobra Mk III, a Python ou a Anaconda. A exploração é uma busca séria: escanear planetas desconhecidos e vender os dados em uma estação é o equivalente a nomear e enviar descobertas em No Man's Sky, e a sensação de ser um viajante solitário muito além da bolha do espaço humano é intensa. A expansão Horizons adicionou pouso e condução em superfícies planetárias, e Odyssey depois adicionou jogo a pé em assentamentos e estações. Eventos da comunidade, powers e a simulação de fundo das facções fazem a galáxia mudar conforme o que os jogadores fazem. Recompensa quem gosta do lado de voo e viagem de No Man's Sky e quer uma versão muito mais exigente e realista dele.
Mas:
Tudo é mais complexo, do modelo de voo e dos controles do cockpit à economia e ao sistema de engenharia, e a curva de aprendizado é íngreme. Não há construção de base nem escaneamento de criaturas como ciclo central, e o conteúdo da superfície dos planetas é muito mais fraco que o do espaço. Está disponível para PC, PlayStation e Xbox, com a versão de PC compatível com headsets de VR. Elite é muito menos tolerante, então as primeiras horas envolvem leitura, prática de atracação e paciência com naves lentas.
Pule se
você quer uma jornada relaxada e colorida com construção de base; Elite: Dangerous é um simulador rigoroso que exige estudo e paciência.
7Como No Man's Sky:
Starfield é a visão da Bethesda Game Studios sobre um mundo aberto de ficção científica, e compartilha a promessa central de No Man's Sky de pousar em um planeta, olhar ao redor e escolher para onde ir em seguida. Ambientado no ano de 2330, coloca o jogador no papel de um minerador que entra na Constellation, um grupo de exploradores que procura artefatos misteriosos pelos Settled Systems. O jogo inclui mais de mil planetas, muitos deles gerados proceduralmente, e o jogador pode escanear o ambiente, coletar recursos e montar postos avançados com extratores, habitats e fontes de energia, um recurso que espelha o ciclo de construção de base de No Man's Sky. As naves são centrais: o jogador pode comprar, modificar e projetar espaçonaves em um construtor modular, designar tripulantes a elas e usá-las para viagem e combate. Cidades feitas à mão, como New Atlantis, dão ao jogo uma profundidade que um universo puramente procedural tem dificuldade de oferecer, com facções, missões secundárias e companheiros como Sarah Morgan, Barrett e Sam Coe. Terminar a história principal desbloqueia o New Game Plus, em que o jogador recomeça em uma versão diferente do universo. Serve para quem quer a liberdade de pousar onde quiser, mas com narrativa, diálogos e progressão de personagem de RPG mais tradicionais do que No Man's Sky oferece.
Mas:
Starfield usa telas de carregamento entre o espaço e as superfícies planetárias, então o voo contínuo da órbita ao solo que define No Man's Sky está ausente. Os planetas são áreas de mapa separadas, e não esferas totalmente exploráveis, e o jogo é muito mais focado em missões roteirizadas do que em exploração emergente. Foi lançado em 6 de setembro de 2023 para Xbox Series X e S e para PC. É um lançamento da Bethesda a preço cheio, com grande tamanho de instalação, e seu tom é realista e sério, não psicodélico.
Pule se
você quer voar de forma contínua da superfície de um planeta até a órbita; Starfield usa telas de carregamento nessas transições.
8Como No Man's Sky:
Space Engineers é o sandbox para quem olha para uma nave estelar de No Man's Sky e quer construí-la por conta própria, bloco por bloco. Desenvolvido pela Keen Software House, é um jogo baseado em voxels sobre engenharia, construção e manutenção de naves, estações e postos avançados planetários. O jogador começa no modo de sobrevivência com uma pequena cápsula ou um rover, minera asteroides e planetas atrás de minério, refina-o em lingotes e monta componentes com uma soldadora e uma esmerilhadeira. Propulsores, giroscópios, reatores, baterias, contêineres de carga e armas são colocados como blocos separados, e a simulação de física leva cada um em conta, então uma nave mal equilibrada vai realmente girar, derivar ou se despedaçar. A atualização de planetas em 2015 adicionou planetas e luas onde o jogador pode pousar e construir, o que dá ao jogo a mesma fantasia de deixar uma superfície e partir para o espaço que No Man's Sky oferece. Servidores multiplayer permitem que amigos e comunidades construam grandes bases e frotas juntos, e a Steam Workshop está cheia de projetos e mods. A versão 1.0 chegou em 28 de fevereiro de 2019, depois de anos em early access. É ideal para quem prefere projetar veículos e bases a seguir uma história.
Mas:
Não há história roteirizada, vida alienígena para descobrir nem galáxia contínua para explorar, e boa parte do conteúdo é o que o jogador constrói ou baixa da comunidade. A interface é técnica, e a construção baseada em física recompensa a paciência. Foi lançado em early access em outubro de 2013 e é melhor jogado com amigos ou em um servidor, já que uma partida solo pode parecer vazia sem um objetivo pessoal.
Pule se
você quer uma experiência de descoberta guiada; Space Engineers entrega uma caixa de ferramentas e deixa os objetivos por conta do jogador.
9Como No Man's Sky:
Outer Wilds captura a curiosidade pura de No Man's Sky sem nenhum crafting ou combate: um minúsculo sistema solar, uma pequena nave de madeira e a liberdade de voar para qualquer lugar a qualquer momento. Feito pela Mobius Digital e publicado pela Annapurna Interactive, coloca o jogador como um astronauta Hearthian da vila de Timber Hearth que está prestes a ir ao espaço pela primeira vez. O sistema solar é feito à mão e inclui planetas como Brittle Hollow, que desmorona lentamente em um buraco negro, Giant's Deep, com suas tempestades violentas, e o emaranhado Dark Bramble. A cada 22 minutos o sol vira supernova e o ciclo reinicia, então a única coisa que permanece é o que o jogador aprendeu. O jogo trata de juntar as peças da história dos Nomai, uma antiga raça alienígena que deixou ruínas e escritos por todo o sistema solar, e não há melhorias nem itens para coletar, apenas conhecimento. O modelo de voo é físico, com uma nave que precisa ser pousada à mão e um traje que fica sem oxigênio, o que faz cada viagem parecer uma expedição de verdade. Agrada a quem tem como melhores memórias de No Man's Sky chegar a algum lugar desconhecido e ficar admirando.
Mas:
Outer Wilds não tem geração procedural, construção de base nem inventário para gerenciar. Seu universo é pequeno, e o jogo é um mistério que se resolve uma vez. Foi lançado em 28 de maio de 2019, e a expansão Echoes of the Eye veio em setembro de 2021. Está disponível para PC, PlayStation e Xbox. Alguns jogadores acham o loop de tempo e as pistas crípticas frustrantes, e não há combate como alternativa.
Pule se
você quer coletar recursos e melhorar uma nave; Outer Wilds não dá ao jogador nada para coletar além de conhecimento.
O modo em grupo confere plataformas, assinaturas e orçamento de todo mundo de uma vez.
O que vamos jogar?